{"id":1319,"date":"2022-05-03T11:48:58","date_gmt":"2022-05-03T14:48:58","guid":{"rendered":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/?p=1319"},"modified":"2022-05-03T11:48:58","modified_gmt":"2022-05-03T14:48:58","slug":"soltando-as-amarras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/soltando-as-amarras\/","title":{"rendered":"&#8220;Soltando as amarras&#8221;"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"has-text-color wp-block-heading\" style=\"color:#bf272d\">Revista FullPower &#8211; Ed.39<\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>BMW M3 95 rende 367 cv com poucos componentes alterados: inclus\u00e3o de chip, kit nitro, filtro de ar, escape e muita t\u00e9cnica no acerto.<\/strong><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<!--more-->\n\n\n\n<p>Muitos entusiastas do BMW M3 desdenham as vers\u00f5es americanas construidas sobre aplataforma E36 ( 1992 a 1999). O modelo branco, ano 95, apresentado nessa mat\u00e9ria, \u00e9 um bom exemplo de um M3 renegado por sua origem. A discrimina\u00e7\u00e3o acontece em virtude da menor pot\u00eancia entre os motores gringos e os que s\u00e3o produzidos para &#8220;o resto do mundo&#8221;.<br>Acontece que as duras leis de emiss\u00e3o impostas no estado da Callif\u00f3rnia (OBDII) obrigaram aos engenheiros da divis\u00e3o M a adotar um motor menos potente &#8211; 243 cv contra 290 cv &#8211; no M3 para que o esportivo pudesse ser comercializado nos Estados Unidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A vantagem de um modelo &#8220;amarrado de f\u00e1brica&#8221; est\u00e1 justamente na facilidade de ganhar (ou restabelecer) pot\u00eancia. Assim, um M3 gringo tem, por exemplo, um filtro que restringe a passagem do ar. Troc\u00e1-lo por um filtro esportivo pode resultar em uma diferen\u00e7a de at\u00e9 15 cavalos &#8211; voc\u00ea substutui o componente e se sente o melhor dos preparadores!<br>No caso espec\u00edfico do BMW branco dessa mat\u00e9ria, as modifica\u00e7\u00f5es foram executadas com<br>cuidado e consumiu horas de testes no dinam\u00f4metro da oficina&nbsp;<strong>NPC Performance<\/strong>, de S\u00e3o Bernardo do Campo (SP). &#8220;Testamos alguns filtros de ar e v\u00e1rios programas. No final, o trabalho valeu a pena. Sem aux\u00edlio do nitro, extra\u00edmos 26 cv&#8221;, explica&nbsp;<strong>Fabio Reolon<\/strong>, um dos s\u00f3cios da oficina.<br>&#8220;Como o carro usa nitro, n\u00e3o deu para explorar muito o avan\u00e7o no ponto de igni\u00e7\u00e3o acima das 3.000 rpm. Em um M3 sem g\u00e1s, os ganhos proporcionais seriam maiores&#8221;, completa.<\/p>\n\n\n\n<p>O tiro de nitro libera 80 cv nas rodas aro 17&#8243; herdadas de um M3 mais atual (chassi E46). Um par de cilindros armazena o g\u00e1s letal e a press\u00e3o na linha \u00e9 monitorada por um man\u00f4metro. Uma manta de aquecimento mant\u00e9m o conte\u00fado das &#8220;garrafas&#8221; na temperatura ideal para consumo. Com o aquecimento, o g\u00e1s sai na press\u00e3o perfeita para garantir nitradas sem buracos ou falhas.<\/p>\n\n\n\n<p><br>Ao acelerar o cup\u00ea &#8211; mesmo sem acionar a &#8220;hipervelocidade&#8221; \u00e0 base de \u00f3xido nitroso &#8211; o rendimento do seis cilindros 3.0 impressiona, com mais torque dispon\u00edvel (ganho de 2 kgfm) e \u00e2nimo para trablhar em altas rota\u00e7\u00f5es (o limite de giro foi elevado para 7.500 rpm). Como a rela\u00e7\u00e3o de c\u00e2mbio da vers\u00e3o gringa \u00e9 mais curta, os cavalos extras fizeram diferen\u00e7a significativa!<br>Para quem tem id\u00e9ia do que um BMW com o emblema &#8220;M&#8221; estampado \u00e9 capaz de fazer, o M3 americano se tornou uma \u00f3tima op\u00e7\u00e3o a um custo razo\u00e1vel, principalmente por estar apto a bater o valorizado irm\u00e3o alem\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Revista FullPower &#8211; Ed.39 BMW M3 95 rende 367 cv com poucos componentes alterados: inclus\u00e3o de chip, kit nitro, filtro de ar, escape e muita t\u00e9cnica no acerto.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":1241,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_joinchat":[],"footnotes":""},"categories":[261,267,232],"tags":[],"class_list":["post-1319","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-261","category-julho-2005","category-materias"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1319","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1319"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1319\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1321,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1319\/revisions\/1321"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1241"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1319"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1319"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/npcperformance.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1319"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}